domingo, 3 de junho de 2012
ilusão (II)
porquê?
no balanço entre o que eu quero e o que eu posso tenho de ser racional e deixar que a razão vença a emoção. mas será que vou conseguir? não posso magoar-me. sinto que algo se conjuga para te encontrar. mas possivelmente é apenas a minha mente a trabalhar. a desejar ser desejada. a tua atençao sobre mim perturba-me. acho que já não sei o que isso é e não sei lidar com isso.
http://www.youtube.com/watch?v=LJTryxPS9DY
sofia
segunda-feira, 28 de maio de 2012
ilusão
outro dia, por breves instantes, achei que podia ser feliz. e isso fez-me sorrir e fez-me sonhar. e hoje regressei à realidade. e a realidade é sempre mais dura e mais crua. e estou muito mais triste do que aquilo que consigo admitir.
domingo, 15 de abril de 2012
Um poema para mim
UM POEMA
É um poema
Um misto de oração e de feitiço...
Sem qualquer compromisso,
Ouve-o atentamente,
De coração lavado.
Poderás decorá-lo
E rezá-lo
Ao deitar
Ao levantar,
Ou nas restantes horas de tristeza.
Na segura certeza
De que mal não te faz.
E pode acontecer que te dê paz...
Miguel Torga, Diário XIII
sexta-feira, 13 de abril de 2012
para ti, m:
Só para te dizer que estou contigo e acredito em ti.
beijinho com toda a força do mundo de alguem que sempre te amou e sempre te admirou incondicionalmente
sofia
beijinho com toda a força do mundo de alguem que sempre te amou e sempre te admirou incondicionalmente
sofia
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Que pessoa?
Em que curva no caminho da vida me desviei? Que pessoa amarga é esta que me devolve a minha imagem ao espelho?
Não posso deixar que a indiferença dos outros me transforme num ser ácido, que não vê nada de bom à sua volta e que em cada frase que digo só consigo ouvir a mágoa e a dor marteladas em cada sílaba.
Tenho de reagir, procurando a beleza e a harmonia nas coisas que me rodeiam.
http://www.youtube.com/watch?v=D_1xLSy1mI0
Deixar que o amor e os amigos que me cercam sejam mais fortes do que aqueles que me abandonaram.
sofia
Não posso deixar que a indiferença dos outros me transforme num ser ácido, que não vê nada de bom à sua volta e que em cada frase que digo só consigo ouvir a mágoa e a dor marteladas em cada sílaba.
Tenho de reagir, procurando a beleza e a harmonia nas coisas que me rodeiam.
http://www.youtube.com/watch?v=D_1xLSy1mI0
Deixar que o amor e os amigos que me cercam sejam mais fortes do que aqueles que me abandonaram.
sofia
sexta-feira, 30 de março de 2012
Para mim Wroclaw é:
Quando estive em Wroclaw estava particularmente triste e não conseguia apreciar toda a beleza da cidade. Tinha tido uma resposta negativa a uma concurso de trabalho e nao conseguia ver nenhuma luz ao fundo do túnel. No entanto nao me deixei abater durante muito tempo, persisti e ultrapassei essas dificuldades. Voltei a candidatar-me, com uma base mais sólida e consegui o que queria. Não me posso esquecer disso. Essa etapa eu venci.
Wroclaw é sinónimo de recomeço.
Sofia
Wroclaw é sinónimo de recomeço.
Sofia
segunda-feira, 12 de março de 2012
Recomeçar
Preciso de fechar um ciclo e recomeçar.
Esquecer os que me magoaram e lembrar os familiares e amigos que me apoio.
Preciso de ânimo.
Sofia
Esquecer os que me magoaram e lembrar os familiares e amigos que me apoio.
Preciso de ânimo.
"CANÇÃO DE GUERRA
Aos fracos e aos covardes
não lhes darei lugar
dentro dos meus poemas.
Covarde já eu sou.
Fraco, já o sou demais,
e se entre fracos for
me perderei também.
Quero é gente animosa
que olhe de frente a Vida,
que faça medo à Morte.
Com esses quero ir,
a ver se me convenço
de que também sou forte.
Quero vencer os medos...
Vencer-me - que sou poço
de estúpidos terrores,
de feminis fraquezas.
Rir-me das sombras, rir-me
das velhas ondas bravas,
rir-me do meu temor
do que há-de acontecer.
Venham comigo os fortes...
Façam-me ter vergonha
das minhas covardias.
E de seus actos façam
(seus actos destemidos)
chicotes prós meus nervos.
Ganhe o meu sangue a cor
das tardes das batalhas.
E eu vá - rasgue as cortinas
que velam o Porvir.
Vá - jovem, confiado,
cumprindo o meu destino
de não ficar parado.
Sebastião da Gama"
Aos fracos e aos covardes
não lhes darei lugar
dentro dos meus poemas.
Covarde já eu sou.
Fraco, já o sou demais,
e se entre fracos for
me perderei também.
Quero é gente animosa
que olhe de frente a Vida,
que faça medo à Morte.
Com esses quero ir,
a ver se me convenço
de que também sou forte.
Quero vencer os medos...
Vencer-me - que sou poço
de estúpidos terrores,
de feminis fraquezas.
Rir-me das sombras, rir-me
das velhas ondas bravas,
rir-me do meu temor
do que há-de acontecer.
Venham comigo os fortes...
Façam-me ter vergonha
das minhas covardias.
E de seus actos façam
(seus actos destemidos)
chicotes prós meus nervos.
Ganhe o meu sangue a cor
das tardes das batalhas.
E eu vá - rasgue as cortinas
que velam o Porvir.
Vá - jovem, confiado,
cumprindo o meu destino
de não ficar parado.
Sebastião da Gama"
Sofia
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