Foi tão reconfortante estar em paz contigo. Sem acusações, sem mágoas, sem dores. Partilharmos ideias, Rirmos juntos. Gosto tanto de ti. Fazes-me tão bem.
sofia
segunda-feira, 14 de abril de 2014
domingo, 13 de abril de 2014
tenho medo do que sinto por ti, não é possível. tenho que me centrar.
tenho medo de falar sobre ti. sei que não estou a ser racional. sei que te afastaste por algum motivo e não consigo aceitar. sinto a tua falta mais do que seria normal e desejável. abraço-te com toda a força pois só assim me tranquilizo. mas nesses momentos, não me rejeitas, não me afastas e muito pelo contrario procuras-me.
o que eu mais quero é que sejas feliz. gosto tanto mas tanto de ti.
objectivamente sei que me deveria afastar. mas acho que ainda não consigo
beijos
sofia
tenho medo de falar sobre ti. sei que não estou a ser racional. sei que te afastaste por algum motivo e não consigo aceitar. sinto a tua falta mais do que seria normal e desejável. abraço-te com toda a força pois só assim me tranquilizo. mas nesses momentos, não me rejeitas, não me afastas e muito pelo contrario procuras-me.
o que eu mais quero é que sejas feliz. gosto tanto mas tanto de ti.
objectivamente sei que me deveria afastar. mas acho que ainda não consigo
beijos
sofia
quarta-feira, 9 de abril de 2014
consegui falar contigo. calma e tranquilamente. mostrei-te todas as minhas fragilidades. fiquei à espera. zanguei-me contigo para te abanar. reconciliei-me. abracei-te com todo o carinho mostrando tudo o que sinto por ti. mas não consigo reconquistar-te. e isso doi-me. procuro-te em cada toque. em cada abraço. em cada café que não consigo tomar. beijinhos
sofia
sofia
terça-feira, 25 de março de 2014
domingo, 23 de março de 2014
E hoje foi outro dia de Quase
Quase o sucesso.....
Quase
Um pouco mais de sol - eu era brasa,
Um pouco mais de azul - eu era além.
Para atingir, faltou-me um golpe d'asa...
Se ao menos eu permanecesse àquem...
Assombro ou paz? Em vão... Tudo esvaído
Num baixo mar enganador de espuma;
E o grande sonho despertado em bruma,
O grande sonho - ó dôr! - quási vivido...
Quase o amor, quase o triunfo e a chama,
Quase o princípio e o fim - quase a expansão...
Mas na minh'alma tudo se derrama...
Entanto nada foi só ilusão!
De tudo houve um começo... e tudo errou...
- Ai a dôr de ser-quase, dor sem fim... -
Eu falhei-me entre os mais, falhei em mim,
Asa que se elançou mas não voou...
Momentos d'alma que desbaratei...
Templos aonde nunca pus um altar...
Rios que perdi sem os levar ao mar...
Ansias que foram mas que não fixei...
Se me vagueio, encontro só indicios...
Ogivas para o sol - vejo-as cerradas;
E mãos de herói, sem fé, acobardadas,
Puseram grades sôbre os precipícios...
Num impeto difuso de quebranto,
Tudo encetei e nada possuí...
Hoje, de mim, só resta o desencanto
Das coisas que beijei mas não vivi...
. . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . . . . . . . . .
Um pouco mais de sol - e fôra brasa,
Um pouco mais de azul - e fôra além.
Para atingir, faltou-me um golpe de aza...
Se ao menos eu permanecesse àquem...
Mário de Sá-Carneiro, in 'Dispersão'
Quase
Um pouco mais de sol - eu era brasa,
Um pouco mais de azul - eu era além.
Para atingir, faltou-me um golpe d'asa...
Se ao menos eu permanecesse àquem...
Assombro ou paz? Em vão... Tudo esvaído
Num baixo mar enganador de espuma;
E o grande sonho despertado em bruma,
O grande sonho - ó dôr! - quási vivido...
Quase o amor, quase o triunfo e a chama,
Quase o princípio e o fim - quase a expansão...
Mas na minh'alma tudo se derrama...
Entanto nada foi só ilusão!
De tudo houve um começo... e tudo errou...
- Ai a dôr de ser-quase, dor sem fim... -
Eu falhei-me entre os mais, falhei em mim,
Asa que se elançou mas não voou...
Momentos d'alma que desbaratei...
Templos aonde nunca pus um altar...
Rios que perdi sem os levar ao mar...
Ansias que foram mas que não fixei...
Se me vagueio, encontro só indicios...
Ogivas para o sol - vejo-as cerradas;
E mãos de herói, sem fé, acobardadas,
Puseram grades sôbre os precipícios...
Num impeto difuso de quebranto,
Tudo encetei e nada possuí...
Hoje, de mim, só resta o desencanto
Das coisas que beijei mas não vivi...
. . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . . . . . . . . .
Um pouco mais de sol - e fôra brasa,
Um pouco mais de azul - e fôra além.
Para atingir, faltou-me um golpe de aza...
Se ao menos eu permanecesse àquem...
Mário de Sá-Carneiro, in 'Dispersão'
quinta-feira, 20 de março de 2014
saudades
de cada vez que chegas perto todo o meu ser para. Faço de propósito para te magoar, para assim teres uma justificação para te afastares de mim. Mas acredita que isso me magoa mais do que a ti. Beijinhos e um abraço do tamanho das saudades que tenho tuas.
sofia
sofia
segunda-feira, 17 de março de 2014
Por vezes parece que só venho aqui a carpir as minhas dores, o abandono e a rejeição. Talvez....
Nos últimos tempos vi sair da minha vida 3 pessoas da família, afastei-me de outra. Superei moderamente.
Envolvi-me num relacionamento estranho. Cansou-se de mim. Eliminou-me da sua vida. Sofri mas entendi, Ele sempre deixou bem claro as regras do jogo. Eu é que não quis entender,
Agora o meu Amigo afastou-se. Era, para mim, um Amigo em quem confiava a 100%. Fiel, carinhoso, cuidador. Quantas vezes parecia o meu anjo da guarda, O que me defendia e a quem eu recorria sempre, nem que fosse para dar um beijinho. Quantas vezes me ouvia no corredor, reconhecia-me pelos passos e vinha ter comigo. Estava sempre presente na minha vida. De repente afastou-se. Não sei porquê. Tento aproximar-me e afasta-me. Deixei de ser opção na vida dele.
Não sei o que mais me doi: as saudades dele, a duvida do porquê do afastamento, a vergonha de já não ser vista com ele (as pessoas comentam), a indiferença dele perante a minha dor, A duvida se ele estará a precisar de mim e eu estar a falhar. O que fiz de mal.
Se as outras ausências doeram esta está estilhaçar-me. Choro sem parar. Choro de raiva por ter deixado a situação chegar a este limite, Choro pois autorizo-me a gostar de pessoas. Choro porque só lhe consigo responder mal e arrependo-me no segundo seguinte,
sofia
Nos últimos tempos vi sair da minha vida 3 pessoas da família, afastei-me de outra. Superei moderamente.
Envolvi-me num relacionamento estranho. Cansou-se de mim. Eliminou-me da sua vida. Sofri mas entendi, Ele sempre deixou bem claro as regras do jogo. Eu é que não quis entender,
Agora o meu Amigo afastou-se. Era, para mim, um Amigo em quem confiava a 100%. Fiel, carinhoso, cuidador. Quantas vezes parecia o meu anjo da guarda, O que me defendia e a quem eu recorria sempre, nem que fosse para dar um beijinho. Quantas vezes me ouvia no corredor, reconhecia-me pelos passos e vinha ter comigo. Estava sempre presente na minha vida. De repente afastou-se. Não sei porquê. Tento aproximar-me e afasta-me. Deixei de ser opção na vida dele.
Não sei o que mais me doi: as saudades dele, a duvida do porquê do afastamento, a vergonha de já não ser vista com ele (as pessoas comentam), a indiferença dele perante a minha dor, A duvida se ele estará a precisar de mim e eu estar a falhar. O que fiz de mal.
Se as outras ausências doeram esta está estilhaçar-me. Choro sem parar. Choro de raiva por ter deixado a situação chegar a este limite, Choro pois autorizo-me a gostar de pessoas. Choro porque só lhe consigo responder mal e arrependo-me no segundo seguinte,
sofia
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