quinta-feira, 17 de abril de 2014

Hoje senti que estávamos a recuperar tempo perdido. senti que tinhas saudades de mim, procrastinamos a ida para o trabalho para estarmos juntos, a partilhar momentos. Com a tua amizade apetece-me citar Arquimedes:
"dá-me um ponto de apoio e moverei o mundo"

beijos

sofia

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Foi tão reconfortante estar em paz contigo. Sem acusações, sem mágoas, sem dores. Partilharmos ideias, Rirmos juntos. Gosto tanto de ti. Fazes-me tão bem.

sofia

domingo, 13 de abril de 2014

tenho medo do que sinto por ti, não é possível. tenho que me centrar.
tenho medo de falar sobre ti. sei que não estou a ser racional. sei que te afastaste por algum motivo e não consigo aceitar. sinto a tua falta mais do que seria normal e desejável. abraço-te com toda a força pois só assim me tranquilizo. mas nesses momentos, não me rejeitas, não me afastas e muito pelo contrario procuras-me.
o que eu mais quero é que sejas feliz. gosto tanto mas tanto de ti.
objectivamente sei que me deveria afastar. mas acho que ainda não consigo
beijos

sofia

quarta-feira, 9 de abril de 2014

 consegui falar contigo. calma e tranquilamente. mostrei-te todas as minhas fragilidades. fiquei à espera. zanguei-me contigo para te abanar. reconciliei-me. abracei-te com todo o carinho mostrando tudo  o que  sinto por ti. mas não consigo reconquistar-te. e isso doi-me. procuro-te em cada toque. em cada abraço. em cada café que não consigo tomar. beijinhos

sofia

terça-feira, 25 de março de 2014

se tu soubesses as saudades que tenho de ti, compreendias todas as palavras que não te consigo dizer. gosto tanto, mas tanto de ti.

bjs

sofia

domingo, 23 de março de 2014

E hoje foi outro dia de Quase

Quase o sucesso.....

Quase

Um pouco mais de sol - eu era brasa,
Um pouco mais de azul - eu era além.
Para atingir, faltou-me um golpe d'asa...
Se ao menos eu permanecesse àquem...

Assombro ou paz? Em vão... Tudo esvaído
Num baixo mar enganador de espuma;
E o grande sonho despertado em bruma,
O grande sonho - ó dôr! - quási vivido...

Quase o amor, quase o triunfo e a chama,
Quase o princípio e o fim - quase a expansão...
Mas na minh'alma tudo se derrama...
Entanto nada foi só ilusão!

De tudo houve um começo... e tudo errou...
- Ai a dôr de ser-quase, dor sem fim... -
Eu falhei-me entre os mais, falhei em mim,
Asa que se elançou mas não voou...

Momentos d'alma que desbaratei...
Templos aonde nunca pus um altar...
Rios que perdi sem os levar ao mar...
Ansias que foram mas que não fixei...

Se me vagueio, encontro só indicios...
Ogivas para o sol - vejo-as cerradas;
E mãos de herói, sem fé, acobardadas,
Puseram grades sôbre os precipícios...

Num impeto difuso de quebranto,
Tudo encetei e nada possuí...
Hoje, de mim, só resta o desencanto
Das coisas que beijei mas não vivi...

. . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . . . . . . . . .

Um pouco mais de sol - e fôra brasa,
Um pouco mais de azul - e fôra além.
Para atingir, faltou-me um golpe de aza...
Se ao menos eu permanecesse àquem...

Mário de Sá-Carneiro, in 'Dispersão'

quinta-feira, 20 de março de 2014

saudades

de cada vez que chegas perto todo o meu ser para. Faço de propósito para te magoar, para assim teres uma justificação para te afastares de mim. Mas acredita que isso me magoa mais do que a ti. Beijinhos e um abraço do tamanho das saudades que tenho tuas.

sofia