se tu soubesses as saudades que tenho de ti, compreendias todas as palavras que não te consigo dizer. gosto tanto, mas tanto de ti.
bjs
sofia
terça-feira, 25 de março de 2014
domingo, 23 de março de 2014
E hoje foi outro dia de Quase
Quase o sucesso.....
Quase
Um pouco mais de sol - eu era brasa,
Um pouco mais de azul - eu era além.
Para atingir, faltou-me um golpe d'asa...
Se ao menos eu permanecesse àquem...
Assombro ou paz? Em vão... Tudo esvaído
Num baixo mar enganador de espuma;
E o grande sonho despertado em bruma,
O grande sonho - ó dôr! - quási vivido...
Quase o amor, quase o triunfo e a chama,
Quase o princípio e o fim - quase a expansão...
Mas na minh'alma tudo se derrama...
Entanto nada foi só ilusão!
De tudo houve um começo... e tudo errou...
- Ai a dôr de ser-quase, dor sem fim... -
Eu falhei-me entre os mais, falhei em mim,
Asa que se elançou mas não voou...
Momentos d'alma que desbaratei...
Templos aonde nunca pus um altar...
Rios que perdi sem os levar ao mar...
Ansias que foram mas que não fixei...
Se me vagueio, encontro só indicios...
Ogivas para o sol - vejo-as cerradas;
E mãos de herói, sem fé, acobardadas,
Puseram grades sôbre os precipícios...
Num impeto difuso de quebranto,
Tudo encetei e nada possuí...
Hoje, de mim, só resta o desencanto
Das coisas que beijei mas não vivi...
. . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . . . . . . . . .
Um pouco mais de sol - e fôra brasa,
Um pouco mais de azul - e fôra além.
Para atingir, faltou-me um golpe de aza...
Se ao menos eu permanecesse àquem...
Mário de Sá-Carneiro, in 'Dispersão'
Quase
Um pouco mais de sol - eu era brasa,
Um pouco mais de azul - eu era além.
Para atingir, faltou-me um golpe d'asa...
Se ao menos eu permanecesse àquem...
Assombro ou paz? Em vão... Tudo esvaído
Num baixo mar enganador de espuma;
E o grande sonho despertado em bruma,
O grande sonho - ó dôr! - quási vivido...
Quase o amor, quase o triunfo e a chama,
Quase o princípio e o fim - quase a expansão...
Mas na minh'alma tudo se derrama...
Entanto nada foi só ilusão!
De tudo houve um começo... e tudo errou...
- Ai a dôr de ser-quase, dor sem fim... -
Eu falhei-me entre os mais, falhei em mim,
Asa que se elançou mas não voou...
Momentos d'alma que desbaratei...
Templos aonde nunca pus um altar...
Rios que perdi sem os levar ao mar...
Ansias que foram mas que não fixei...
Se me vagueio, encontro só indicios...
Ogivas para o sol - vejo-as cerradas;
E mãos de herói, sem fé, acobardadas,
Puseram grades sôbre os precipícios...
Num impeto difuso de quebranto,
Tudo encetei e nada possuí...
Hoje, de mim, só resta o desencanto
Das coisas que beijei mas não vivi...
. . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . . . . . . . . .
Um pouco mais de sol - e fôra brasa,
Um pouco mais de azul - e fôra além.
Para atingir, faltou-me um golpe de aza...
Se ao menos eu permanecesse àquem...
Mário de Sá-Carneiro, in 'Dispersão'
quinta-feira, 20 de março de 2014
saudades
de cada vez que chegas perto todo o meu ser para. Faço de propósito para te magoar, para assim teres uma justificação para te afastares de mim. Mas acredita que isso me magoa mais do que a ti. Beijinhos e um abraço do tamanho das saudades que tenho tuas.
sofia
sofia
segunda-feira, 17 de março de 2014
Por vezes parece que só venho aqui a carpir as minhas dores, o abandono e a rejeição. Talvez....
Nos últimos tempos vi sair da minha vida 3 pessoas da família, afastei-me de outra. Superei moderamente.
Envolvi-me num relacionamento estranho. Cansou-se de mim. Eliminou-me da sua vida. Sofri mas entendi, Ele sempre deixou bem claro as regras do jogo. Eu é que não quis entender,
Agora o meu Amigo afastou-se. Era, para mim, um Amigo em quem confiava a 100%. Fiel, carinhoso, cuidador. Quantas vezes parecia o meu anjo da guarda, O que me defendia e a quem eu recorria sempre, nem que fosse para dar um beijinho. Quantas vezes me ouvia no corredor, reconhecia-me pelos passos e vinha ter comigo. Estava sempre presente na minha vida. De repente afastou-se. Não sei porquê. Tento aproximar-me e afasta-me. Deixei de ser opção na vida dele.
Não sei o que mais me doi: as saudades dele, a duvida do porquê do afastamento, a vergonha de já não ser vista com ele (as pessoas comentam), a indiferença dele perante a minha dor, A duvida se ele estará a precisar de mim e eu estar a falhar. O que fiz de mal.
Se as outras ausências doeram esta está estilhaçar-me. Choro sem parar. Choro de raiva por ter deixado a situação chegar a este limite, Choro pois autorizo-me a gostar de pessoas. Choro porque só lhe consigo responder mal e arrependo-me no segundo seguinte,
sofia
Nos últimos tempos vi sair da minha vida 3 pessoas da família, afastei-me de outra. Superei moderamente.
Envolvi-me num relacionamento estranho. Cansou-se de mim. Eliminou-me da sua vida. Sofri mas entendi, Ele sempre deixou bem claro as regras do jogo. Eu é que não quis entender,
Agora o meu Amigo afastou-se. Era, para mim, um Amigo em quem confiava a 100%. Fiel, carinhoso, cuidador. Quantas vezes parecia o meu anjo da guarda, O que me defendia e a quem eu recorria sempre, nem que fosse para dar um beijinho. Quantas vezes me ouvia no corredor, reconhecia-me pelos passos e vinha ter comigo. Estava sempre presente na minha vida. De repente afastou-se. Não sei porquê. Tento aproximar-me e afasta-me. Deixei de ser opção na vida dele.
Não sei o que mais me doi: as saudades dele, a duvida do porquê do afastamento, a vergonha de já não ser vista com ele (as pessoas comentam), a indiferença dele perante a minha dor, A duvida se ele estará a precisar de mim e eu estar a falhar. O que fiz de mal.
Se as outras ausências doeram esta está estilhaçar-me. Choro sem parar. Choro de raiva por ter deixado a situação chegar a este limite, Choro pois autorizo-me a gostar de pessoas. Choro porque só lhe consigo responder mal e arrependo-me no segundo seguinte,
sofia
domingo, 16 de março de 2014
objectivo para a semana
não deixar que me magoem. responder com um sorriso. fingir que não percebo. não falar do que me magoa. não me queixar.
sofia
sofia
sábado, 15 de março de 2014
boa noite
já que não consigo dizer pessoalmente nem escrever, boa noite. Dorme tranquilo. beijinhos
sofia
sofia
quarta-feira, 12 de março de 2014
amigo
Sinto saudades tuas amigo. Cada vez que te vejo, todo o meu corpo se contrai e retrai para não te perder mais um pouco. A minha vontade é abraçar-te, dizer que estou farta desta nossa briga estupida. Sorrir para ti e dizer o quanto gosto de ti. Mas não sei porque te afastaste de mim. Então contraio os músculos, coloco a minha cara mais antipática e não digo palavra. Assim não digo asneiras, mas perco-te mais um pouco e agora sei que tens razão.
Construo muros à minha volta. Muros tão altos que me estou a afundar lá dentro.
De cada vez que viras costas fico a chorar. Choro de saudades, de mágoa, de dúvidas.
Sinto saudades tuas amigo. De partilhar as mágoas, os momentos do dia a dia, os nossos cafés e almoços. E principalmente as coisas boas.
sofia
Construo muros à minha volta. Muros tão altos que me estou a afundar lá dentro.
De cada vez que viras costas fico a chorar. Choro de saudades, de mágoa, de dúvidas.
Sinto saudades tuas amigo. De partilhar as mágoas, os momentos do dia a dia, os nossos cafés e almoços. E principalmente as coisas boas.
sofia
sexta-feira, 7 de março de 2014
carta a um amigo
não percebo porque te afastas de mim. sinto a tua falta. já não sei o que posso fazer. bjo
sofia
sofia
Subscrever:
Comentários (Atom)